Eu sou coração e emoção. A razão as vezes eu deixo um pouco de lado, mas meu coração e minha emoção falam por mim. Falam sozinhas.
Eu sou coração na dor e na alegria. Sou coração na hora de dizer sim e na hora de dizer não. Sou coração no beijo e até no aperto de mãos. Sou coração na hora de escolher a roupa, e na cor da roupa. Sou coração quando falo da emoção e com emoção. Minha emoção é vermelha, da cor do meu coração!
Eu sou música, seja triste ou seja alegre. Seja rap ou seja axé. Contanto que fale de amor e eu viva a melodia, a letra me faz refletir, me faz ver meu eu. Eu sou música na avenida de uma escola de samba, no batuque da bateria e no gingado da morena que requebra até o chão. Sou música do cantor de mpb que toca no palco de um bar para quinze pessoas. Quando ele arranha um “chão de giz” no violão ou um “trem das onze” no cavaquinho. Sou música que faz chorar, daquelas letras que você pensa que o compositor fez pensando em você, por que como pode alguém sentir aquilo que você está sentindo? Sou música na letra, na melodia, no instrumento e no prazer de fechar os olhos e ouvir a música que mexe com seu sentimento, que me faz chorar e perceber que não se pode viver sem música.
Faço meu próprio estilo, não básica, nem moderna e nem fashion, meu estilo sou eu! Se seguir a moda, ok! Se me acharem simples, ok! Sou eu! Sem exageros, sem chamar atenção. Se chamo, não foi porque quis. Sou estilo simples de ser, daquelas que só quer achar seu caminho, ser feliz e viver entra a emoção e coração.
Não faço economias, não guardo dinheiro e nem penso em deixar de tomar todo dia o cafézinho, pois no final do ano terei 500 reais guardado. Penso no agora, realizo minhas vontades, e se necessito de um café, seja por necessidade ou por prazer, tomo cinco.
Não tenho projetos de conhecer Paris aos 35 anos, quero ir agora. Mesmo que sozinha.
Não peço favor, prefiro fazer. Se for pra fazer sem vontade, deixa que eu mesma faço. E faço com vontade! Ou sem vontade. Se sair mal feito, foi eu mesma que fiz.
Sou poesia. Desde Shakespeare a Manuel Bandeira. Do ódio até o amor. Da raiva até a calmaria. As vezes sou noite, as vezes sou dia. Sou sol, as vezes lua, mas sempre estrela. Daquelas que brilha forte, brilha muito. Sou intensa!
Não sei amar pela metade, não sei ser mais ou menos. Sou quente, ou fria. Morna NUNCA!
Não minto, sou sincera. Mesmo que minha sinceridade venha tarde. E mesmo que ela doa. Doa a quem doer, eu não minto! Meus olhos não mentem! E meus olhos falam por mim!
Quem não me conhece, me acha chata. Quem me conhece me ama ou odeia!
Eu me amo, mas as vezes me odeio, por não poder revelar meus segredos inconfessáveis da mente e não conseguir controlar meus pensamentos indesejáveis que não me deixam dormir. Nesse exato momento eu me amo, só por ouvir a música suave que toca no meu ipod, e por lembrar daquela pessoa que faz meu coração bater mais forte, mais acelerado! E lembrar que antes de amar ele, eu me amo de verdade! Mas se eu não o amasse, eu não teria descoberto o amor!
Hoje, Gabriela se resume em uma palavra: CORAÇÃO!
E esse turu, turu, turu aqui dentro...
Querida pode ter certeza que eu sou a parte das pessoas que te amam viuuu, e muito!
ResponderExcluirAmei o post!
Beijos
Ana
QUERIDA e LINDA! Tbm amo vc!
ResponderExcluirbjo gde