Sabe aquela história de que nada acontece por acaso? Ou então de que tudo tem uma razão pra acontecer? Ainda há quem diz que as coisas que acontecem é para tirarmos proveito das coisas boas e crescer na vida. Quero que tudo isso VÁ A MERDA!
Pode até ser que seja verdade. Que realmente cada um veio aqui cumprir seu papel, sua missão. Mas que é difícil aceitar, isso é FATO!
No meu post anterior eu desabafei sobre meu relacionamento de conto de fadas. Que até então eu achava que existia príncipe encantado (e o mesmo se tornou um sapo). Sim, um sapo lindo, alto, de boca carnuda, educado, que me faz ver estrelas... (FOCO GABRIELA!) E nesse (post) eu continuo minha saga de desabafos, angústias e explicações para um pergunta tão simples: POR QUE NÃO EU?
Eu poderia ficar horas escrevendo nesse blog sobre o que estou vivendo nesse momento. Uma paixão enlouquecedora, às vezes não muito correspondida, mas não... eu cansei. Lavei minhas mãos! Deixo vocês com as palavras do meu querido Carlos Maurício Ardissone, que postou um comentário no post anterior que me fez refletir muito sobre o caso. “Quem ama sempre sofre um pouco. Mas amor saudável é aquele da saudade dolorida, mas gostosa. Amor saudável não pode transmitir insegurança, não pode nos consumir a ponto de atrapalhar nossa vida”.
Pois é. O difícil é se livrar desse amor que não é nada saudável. A gente se ilude dizendo que é sim. Que é fase, e que daqui um tempo, quando passar tudo isso seremos felizes. Eu só dele, e ele só de mim. Mas até que ponto podemos confiar no ser humano? Ser humano sim, pois as mulheres estão muito mais atiradas que os homens. Acredito até que hoje os homens traem, porque tem muita mulher fácil. Eles nem precisam ir atrás e fazer esforço. São elas que atiçam fogo.
“Acho que as mulheres, não todas claro, caíram na esparrela de querer imitar o homem e ser igual a ele no que ele tem de pior: no lado volúvel, numa certa maneira bruta e pragmática demais de ver a vida. Homem gosta de meiguice e encantamento com um pouco de mistério. Gostam de mulheres que se valorizam, mas que não perdem a feminilidade no que tange a maneira como se portam em relação a ele: preferencialmente com doçura. Ser doce, meiga, feminina, não significa ser boba. Mas mulher quer copiar homem – o famoso discurso dos direitos iguais! É nisso que deu!”
Será que se não existisse tantas mulheres atiradas, ou com o perdão da palavra, VAGABUNDAS, cada um tava no seu quadrado? Ninguém mexia com o homem de ninguém e ficava tudo certo. Mas parece que a mulher gosta de ver a infelicidade da outra, ou até uma questão de honra, de vitória. Tipo assim: “Vou provar que ele não vai ser seu!” E provou...
Eu poderia sim, escrever a história toda, desde quando nos conhecemos... só para te dizer QUE EU ESTAVA EM PAZ QUANDO VOCÊ CHEGOU...