Sim, eu sou chata! Quem não me conhece sabe disso, e quem me conhece tem a absoluta certeza de que essa minha afirmação procede.
Eu não sou da balada. Alias, eu não sou de nenhum lugar! Mas na balada não é um lugar que você vai me encontrar com sorriso de orelha a orelha e pronta pra dizer: “Olá! Vim aqui fazer amigos. Vamos dançar!?” Não, eu não danço. E também não faço amigos.
Preste atenção: Se um cara chega pra mim e diz que quer me conhecer melhor, não vai ser na balada que eu vou dar essa oportunidade pra ele. E se ele quer conversar, lá também não é um lugar muito apropriado pra isso.
Uma coisa que me irrita muito é uma amiga me ligar na sexta-feira (dia propício pra eu estar de mau humor) e ela me dizer: “Vamos pra balada, conhecer gente nova, conversar, dançar!” Primeiro travesti, se você quer conhecer gente nova, entra no chat da amizade. La as pessoas se encontram pra isso. Não, obrigada! E se você quer sair pra conversar, não é na balada que isso vai acontecer ne? Só se você for lá pra conversar com o segurança, que fica a noite inteira parado e sem amigos! E DANÇAR? Me poupe. Se matricule numa aula de dança de salão. Lá as pessoas vão com esse propósito mesmo. E elas SABEM dançar!
Eu não curto balada MESMO! Confesso, se vou é pra encher a cara!Não faço amigos, não saio pegando o cara mais gato da festa (até porque ele nem vai me notar ne? Se eu entro com cara de merda, eu continuo com a mesma cara a noite toda!), e nem vou pra dançar. ABOMINO, tenho ânsia de vômito e nojinho daquelas pessoas que vão próximos ao DJ e ficam idolatrando-o como se ele tivesse fazendo muita coisa. O único DJ q me impressionou até hoje foi aquele que é tipo uma bandinha, do Junior Lima. Chama Dexterz. Que o cunhado, primo, sei la o que é dele, toca violino. Eu achei muito massa, e eu até dancei! J Mas não, DJ e um som portátil pra mim é a mesma coisa.
Eu conheci uma casa de show muito legal aqui em São Paulo. Chama Woods! É uma “balada” sertaneja. E eu me identifiquei, apesar de não amar sertanejo. Mas pelo menos eu consigo cantar as musicas. Não fica só no puts puts. Não consigo entender como as pessoas conseguem dançar o puts puts. Já repararam que elas pulam ao som desse negócio estranho, como se estivesse em cima de um pogobol, e ao mesmo tempo em que pulam pulam pulam, elas olham pra você e falam: “ei, quer dançar?” Mas como assim? Como eu faço pra entrar no seu ritmo? Espero chegar minha vez pra entrar na corda, ou você me empresta o seu pogobol? Gente, NÃO DA! Pra mim não da. É triste, eu sei. Você deve ta rindo da minha cara, ou sentindo pena, por eu ter só 25 anos e não conseguir ir a uma balada. Mas é a vida! E como eu disse: EU SOU CHATA!
Esse post também seria para comentar das cantadas de pedreiro, ou servente de pedreiro, já que a primeira opção é luxo hoje em dia, que a mulherada recebe na balada. Mas como agora eu to com o puts puts na cabeça, vou tomar um rivotril e ver se durmo e apago essas imagens e esse som da minha cabeça.
Aguardem meus próximos comentários! E viva o mau humor!
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